A “Evolução do tratamento clínico e cirúrgico na Dissecção Tipo B” foi o tema discorrido pelo Dr. Edwaldo Joviliano (SP), que apresentou um panorama sobre como as estratégias de manejo dessa condição vêm se transformando ao longo das últimas décadas.
“A terapia medicamentosa continua sendo a base para a dissecção tipo B não complicada, com foco no controle rigoroso da pressão arterial. Além disso, o acompanhamento ao longo da vida é obrigatório para detectar a degeneração aneurismática tardia. O TEVAR é o tratamento de primeira linha indiscutível para casos complicados como ruptura e má perfusão, destacou.



